Contra a tirania. Contra os golpes que tentam nos privar os recursos e a nossa expressão. Nossos tambores não serão silenciados.

Cortejos + Vivências + Shows

Noites dos Tambores 2016



PROGRAMAÇÃO

Esquenta para Noite

13/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Sarau da Madrugada – Av. Vereador João de Luca nº 41 (próximo ao Viaduto Washington Luiz)
A partir das 23h.

15/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Praçarau – Rua Domingos Peixoto da Silva, s/n Cohab Adventista (ao lado da Superbom e do Corpo de Bombeiros)
A partir das 19h.

_____

Cinema na Laje

23/05 > A primeira boca, a primeira casa: Relatos sobre o novo batuque de umbigada (87 minutos)
Exibição do documentário, seguida de bate-papo com o diretor Daniel Fagundes. O documentário registra a tradição afro-caipira da região do oeste paulista, suas origens bantu e o sistema simbólico da tradição de umbigada com relatos dos mestres e da nova geração, uma viagem pelas entranhas afro-paulistanas.
Cooperifa | Cinema na Laje – Bar do Zé Batidão (Rua Bartolomeu dos Santos, 797, Chácara Santana)
19h30 às 21h

Participantes do debate:

Daniel Fagundes: Cineasta e Educador
Daniel Integra o Núcleo de Comunicação Alternativa, coletivo organizado há 10 anos no extremo sul de São Paulo dedicado à produção e disseminação de mídia popular, com quem realizou uma série de documentários. Sua produção buscar evidenciar as culturas tradicionais populares e as disputas sociais do campo e da cidade.

Ivan Bonifácio: Luthier e organizador do projeto Terreiro do Tambú
Em outros tempos, o conhecimento sobre a produção de tambores era de muitos, mas a produção dos tambores sempre foi de poucos. São conhecimentos seculares que a todo momento se reinventam, caminhando junto com seu tempo. Nenhuma motossera substituirá o fogo, contudo o diálogo se faz presente. As técnicas tradicionais encontram no “Terreiro do Tambu” um campo de diálogo. Através do Programa Caixa de Apoio ao Artesanato Brasileiro, realiza oficinas para compartilhar tais saberes, auxiliando a promoção da continuidade das manifestações de resistência, como o batuque de umbigada e o jongo.

Rosangela Macedo: Batuqueira e integrante do Coletivo Sambaqui.
Fundadora da Comunidade Cultural Sambaqui (em referência aos povos Sambaqueiros do litoral de SP), coletivo que dedica-se desde 2003 a pesquisa e manutenção da cultura afro paulista na cidade de São Paulo. Ela é representante do cancioneiro popular e da tradição do samba paulista, traz sua vivência com grupos ingomeiros tradicionais como o batuque de umbigada, o jongo, os sambas de bumbo e os bumba-bois, tradições de matriz africana e ameríndia.
_____

SESC Campo Limpo

28/05 > Samba de Bumbo (Pirapora de Bom Jesus/SP)
20h

29/05 > Banda Afro Show Malê Debalê (Salvador/BA)
18h

Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

_____

Noite dos Tambores 2016

Em sua sexta edição a Noite dos Tambores se prepara manter a zona sul acordada noite a dentro, aos sons dos tambores zona sul, leste, norte, oeste e centro se reúnem para fazer da Largo do Piraporinha um encontro entre as diversas sampas.

Dia 28/05 a partir das 20h

Atrações confirmadas até o momento:

NDT2016_programacao_AFRO SHOW

O bloco Malê Debalê é considerado o maior balé afro do mundo, em suas apresentações, 2000 dançarinos atuam conjuntamente. O nome do bloco é uma homenagem à Revolta dos Malês, levante de negros mulçumanos que ocorreu em 1835, em Salvador. O termo “malê” deriva do iorubá “imale” que significa “muçulmano”. O bloco Malê Debalê foi o primeiro bloco a ser campeãono Carnaval de 1980, na categoria de bloco afro de Salvador.

 

NDT2016_programacao_SAMBA DE BUMBO

Os Bumbos e os Batuques de Pirapora deram vida ao samba paulistano. Sua origem bantu, rural e celebrativa deram corpo ao que Mario de Andrade chamou de “Samba Rural Paulista”. Assim como jongo, ao tambu, samba-de- lenço, samba-de- umbigada; o Samba de Bumbo ou Samba de Pirapora é resistência e herança viva da tradição afro no sudeste brasileiro.
Atualmente, em Pirapora funciona um centro de Memória do Samba Paulista, conhecido como a Casa do Samba, situado na Rua José Bonifácio nº. 226 – Centro.

 

Banda de Congo Mestre Alcides

A Banda de Congo Mestre Alcides foi criada em homenagem ao primeiro mestre da Banda de Congo da Barra do Jucu, Alcides Gomes da Silva Todo mês de Dezembro, a Banda Mestre Alcides realiza a tradicional “Fincada do Mastro de São Benedito” e no mês de Janeiro, a “Retirada”. Reunem-se antes para a preparação do mastro, que consiste na manutenção, pintura e ornamentação. As mulheres por sua vez, preparam a bandeira, confeccionam flores e outros enfeites. Quando é chegada a hora, os participantes concentram-se na casa de Seu Alcides para bater o tambor e em seguida, saem em cortejo pelas ruas da Barra, carregando o mastro de São Benedito. Param sempre na casa de um festeiro e depois caminham em direção à praia do Barrão, local escolhido por eles para a realização da fincada.

 

tambor de crioula

O grupo nasceu na região de Alcântara, na comunidade quilombola Juçaral dos Pretos. De branco, saias coloridas, renda branca, as mulheres de turbantese homens de chapéu de palha fazem – ao som do couro do roncador, do chamador e do crivador – o chão da terra tremer quando tocados e aquecidos no calor da fogueira, magnetizando na dança o sagrado feminino da punga (umbigada).
Mestre Amaral – Geraldo Mendes
De voz marcante e energia cativa na roda, o Mestre ressalta sempre que o tambor é a sua vida, seu modo de ser e sua devoção. Devoto entregue a São Benedito, suas rodas tem sempre a bênção de seu santo padroeiro, energia que se sente ao estar em sua casa e suas rodas.
Coureira Mor – Suzana
Suzana é responsável por receber e conduzir as coreiras que ali brincam semanalmente. É a “cabeça” (como os Mestres dizem) da parte feminina da roda.

 

NDT2016_programacao_UMOJA

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

 

dj mauricio bade

 

mc euller

CORPO TAMBOR – OFICINAS

Nos dias 17, 18, 19, 24, 25, 26, 27 e 28 a Noite dos Tambores realiza ciclo de oficinas que têm o tambor como pulsação para a música e para o corpo. As inscrições são gratuitas e antecipadas.

Inscreva-se aqui: http://www.noitedostambores.com/inscricao/

 

NDT2016_Oficinas_Tambor-e-Educacao
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
De 17 a 20 de maio, a Noite dos Tambores realiza bate-papo sobre o uso do tambor como ferramenta educativa. Com exposição, palestras, filme, apresentações, o participante entrará em contato com o ritmo, com o som e com o tambor.
Atividade dirigida às escolas,grupos convidados e aberta ao público em geral.

 

NDT2016_Oficinas_Xire-dos-Orixas
Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
O Xirê é o nome que se dá ao procedimento de se tocar e se dançar para os Orixás, no candomblé. O Candomblé é a ocasião, a festa e o Xirê é a festividade, a sequência de dança e de música no panteão sagrado. De Exu a Oxalá: os deuses dançam.

 

NDT2016_Oficinas_Tambor-e-Educacao-Musical
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Como foco no uso do tambor na educação musical para todas as idades, o encontro é dirigido aos estudantes de música, músicos, artistas e público em geral.

 

NDT2016_Artes-oficinas_v2
Sacolão das Artes – Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq Sto Antônio
Encontro para experimentar os toques, os ritmos e os diversos tipos de instrumentos percussivos.

 

NDT2016_Oficinas_Danca-de-Bloco-Afro_livre
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Introdução a cultura afro baiana através da dança e seus valores estéticos, políticos e identitários, tendo como foco principal a prática e diversidade corpórea da danças criadas nos Blocos Afros e apresentadas no carnaval baiano.

 

NDT2016_Oficinas_Danca-de-Bloco-Afro_inscritos
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Introdução a cultura afro baiana através da dança e seus valores estéticos, políticos e identitários, tendo como foco principal a prática e diversidade corpórea da danças criadas nos Blocos Afros e apresentadas no carnaval baiano.

COMO CHEGAR

Sacolão das Artes
Av. Cândido José Xavier – Parque Santo Antonio, 577, São Paulo – SP

sacolao endereço

Transporte público – Ônibus – Descer na Av. Cândido José Xavier, 549

Itinerários:

675A-10 (METRO SAO JUDAS / PQ. STO. ANTONIO) (PONTO FINAL AO LADO DO ESPAÇO)
675V-10 (METRO JABAQUARA / TERM. CAPELINHA) (PASSA EM FRENTE AO ESPAÇO)
5119-10 (LGO. SÃO FRANCISCO / TERM. CAPELINHA)
6001-10 (TERM. SANTO AMARO / TERM. CAPELINHA)
648P-10 (TERM. PINHEIROS / TERM. CAPELINHA)
6805-10 (TERM. JOÃO DIAS / TERM. CAPELINHA)

Noite dos tambores

A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

Umoja

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

publico

Contato

Noite dos Tambores
Rua Inácio Pais, 89 | 05816-1605
Recanto Santo Antônio – São Paulo/SP
+55 11 5892-7988
noitedostambores@gmail.com

PROGRAMAÇÃO

Esquenta para Noite

Para aquecer os tambores, o corpo e a voz, o grupo Umoja sai às ruas e saraus convidando o público para participar da Noite dos Tambores 2016.

13/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Sarau da Madrugada – Av. Vereador João de Luca nº 41 (próximo ao Viaduto Washington Luiz)
A partir das 23h

15/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Praçarau – Rua Domingos Peixoto da Silva, s/n Cohab Adventista (ao lado da Superbom e do Corpo de Bombeiros)
A partir das 19h

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Cinema na Laje

23/05 > A primeira boca, a primeira casa: Relatos sobre o novo batuque de umbigada (87 minutos)
Exibição do documentário, seguida de bate-papo com o diretor Daniel Fagundes. O documentário registra a tradição afro-caipira da região do oeste paulista, suas origens bantu e o sistema simbólico da tradição de umbigada com relatos dos mestres e da nova geração, uma viagem pelas entranhas afro-paulistanas.
Cooperifa | Cinema na Laje – Bar do Zé Batidão (Rua Bartolomeu dos Santos, 797, Chácara Santana)
19h30 às 21h

Participantes do debate:

Daniel Fagundes: Cineasta e Educador
Daniel Integra o Núcleo de Comunicação Alternativa, coletivo organizado há 10 anos no extremo sul de São Paulo dedicado à produção e disseminação de mídia popular, com quem realizou uma série de documentários. Sua produção buscar evidenciar as culturas tradicionais populares e as disputas sociais do campo e da cidade.

Ivan Bonifácio: Luthier e organizador do projeto Terreiro do Tambú
Em outros tempos, o conhecimento sobre a produção de tambores era de muitos, mas a produção dos tambores sempre foi de poucos. São conhecimentos seculares que a todo momento se reinventam, caminhando junto com seu tempo. Nenhuma motossera substituirá o fogo, contudo o diálogo se faz presente. As técnicas tradicionais encontram no “Terreiro do Tambu” um campo de diálogo. Através do Programa Caixa de Apoio ao Artesanato Brasileiro, realiza oficinas para compartilhar tais saberes, auxiliando a promoção da continuidade das manifestações de resistência, como o batuque de umbigada e o jongo.

Rosangela Macedo: Batuqueira e integrante do Coletivo Sambaqui.
Fundadora da Comunidade Cultural Sambaqui (em referência aos povos Sambaqueiros do litoral de SP), coletivo que dedica-se desde 2003 a pesquisa e manutenção da cultura afro paulista na cidade de São Paulo. Ela é representante do cancioneiro popular e da tradição do samba paulista, traz sua vivência com grupos ingomeiros tradicionais como o batuque de umbigada, o jongo, os sambas de bumbo e os bumba-bois, tradições de matriz africana e ameríndia.
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SESC Campo Limpo

28/05 > Samba de Bumbo (Pirapora de Bom Jesus/SP)
20h

29/05 > Banda Afro Show Malê Debalê (Salvador/BA)
18h

Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

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Noite dos Tambores 2016

Em sua sexta edição a Noite dos Tambores se prepara manter a zona sul acordada noite a dentro, aos sons dos tambores zona sul, leste, norte, oeste e centro se reúnem para fazer da Largo do Piraporinha um encontro entre as diversas sampas.

Dia 28/05 a partir das 20h

Atrações confirmadas até o momento:

NDT2016_programacao_AFRO SHOW

O bloco Malê Debalê é considerado o maior balé afro do mundo, em suas apresentações, 2000 dançarinos atuam conjuntamente. O nome do bloco é uma homenagem à Revolta dos Malês, levante de negros mulçumanos que ocorreu em 1835, em Salvador. O termo “malê” deriva do iorubá “imale” que significa “muçulmano”. O bloco Malê Debalê foi o primeiro bloco a ser campeãono Carnaval de 1980, na categoria de bloco afro de Salvador.

 

NDT2016_programacao_SAMBA DE BUMBO

Os Bumbos e os Batuques de Pirapora deram vida ao samba paulistano. Sua origem bantu, rural e celebrativa deram corpo ao que Mario de Andrade chamou de “Samba Rural Paulista”. Assim como jongo, ao tambu, samba-de- lenço, samba-de- umbigada; o Samba de Bumbo ou Samba de Pirapora é resistência e herança viva da tradição afro no sudeste brasileiro.
Atualmente, em Pirapora funciona um centro de Memória do Samba Paulista, conhecido como a Casa do Samba, situado na Rua José Bonifácio nº. 226 – Centro.

 

Banda de Congo Mestre Alcides

A Banda de Congo Mestre Alcides foi criada em homenagem ao primeiro mestre da Banda de Congo da Barra do Jucu, Alcides Gomes da Silva Todo mês de Dezembro, a Banda Mestre Alcides realiza a tradicional “Fincada do Mastro de São Benedito” e no mês de Janeiro, a “Retirada”. Reunem-se antes para a preparação do mastro, que consiste na manutenção, pintura e ornamentação. As mulheres por sua vez, preparam a bandeira, confeccionam flores e outros enfeites. Quando é chegada a hora, os participantes concentram-se na casa de Seu Alcides para bater o tambor e em seguida, saem em cortejo pelas ruas da Barra, carregando o mastro de São Benedito. Param sempre na casa de um festeiro e depois caminham em direção à praia do Barrão, local escolhido por eles para a realização da fincada.

 

tambor de crioula

O grupo nasceu na região de Alcântara, na comunidade quilombola Juçaral dos Pretos. De branco, saias coloridas, renda branca, as mulheres de turbantese homens de chapéu de palha fazem – ao som do couro do roncador, do chamador e do crivador – o chão da terra tremer quando tocados e aquecidos no calor da fogueira, magnetizando na dança o sagrado feminino da punga (umbigada).
Mestre Amaral – Geraldo Mendes
De voz marcante e energia cativa na roda, o Mestre ressalta sempre que o tambor é a sua vida, seu modo de ser e sua devoção. Devoto entregue a São Benedito, suas rodas tem sempre a bênção de seu santo padroeiro, energia que se sente ao estar em sua casa e suas rodas.
Coureira Mor – Suzana
Suzana é responsável por receber e conduzir as coreiras que ali brincam semanalmente. É a “cabeça” (como os Mestres dizem) da parte feminina da roda.

 

NDT2016_programacao_UMOJA

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

 

dj mauricio bade

 

mc euller

CORPO TAMBOR – OFICINAS

Nos dias 17, 18, 19, 24, 25, 26, 27 e 28 a Noite dos Tambores realiza ciclo de oficinas que têm o tambor como pulsação para a música e para o corpo. As inscrições são gratuitas e antecipadas.

Inscreva-se aqui: http://www.noitedostambores.com/inscricao/

NDT2016_Oficinas_Tambor-e-Educacao
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
De 17 a 20 de maio, a Noite dos Tambores realiza bate-papo sobre o uso do tambor como ferramenta educativa. Com exposição, palestras, filme, apresentações, o participante entrará em contato com o ritmo, com o som e com o tambor.
Atividade dirigida às escolas,grupos convidados e aberta ao público em geral.

 

NDT2016_Oficinas_Xire-dos-Orixas
Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
O Xirê é o nome que se dá ao procedimento de se tocar e se dançar para os Orixás, no candomblé. O Candomblé é a ocasião, a festa e o Xirê é a festividade, a sequência de dança e de música no panteão sagrado. De Exu a Oxalá: os deuses dançam.

 

NDT2016_Oficinas_Tambor-e-Educacao-Musical
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Como foco no uso do tambor na educação musical para todas as idades, o encontro é dirigido aos estudantes de música, músicos, artistas e público em geral.

 

NDT2016_Artes-oficinas_v2
Sacolão das Artes – Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq Sto Antônio
Encontro para experimentar os toques, os ritmos e os diversos tipos de instrumentos percussivos.

 

NDT2016_Oficinas_Danca-de-Bloco-Afro_livre
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Introdução a cultura afro baiana através da dança e seus valores estéticos, políticos e identitários, tendo como foco principal a prática e diversidade corpórea da danças criadas nos Blocos Afros e apresentadas no carnaval baiano.

 

NDT2016_Oficinas_Danca-de-Bloco-Afro_inscritos
SESC Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo
Introdução a cultura afro baiana através da dança e seus valores estéticos, políticos e identitários, tendo como foco principal a prática e diversidade corpórea da danças criadas nos Blocos Afros e apresentadas no carnaval baiano.

COMO CHEGAR

Sacolão as Artes
Av. Cândido José Xavier – Parque Santo Antonio, 577, São Paulo – SP

sacolao endereço

Transporte público – Ônibus – Descer na Av. Cândido José Xavier, 549

Itinerários:

675A-10 (METRO SAO JUDAS / PQ. STO. ANTONIO)

(PONTO FINAL AO LADO DO ESPAÇO)

675V-10 (METRO JABAQUARA / TERM. CAPELINHA)

(PASSA EM FRENTE AO ESPAÇO)

5119-10 (LGO. SÃO FRANCISCO / TERM. CAPELINHA)
6001-10 (TERM. SANTO AMARO / TERM. CAPELINHA)
648P-10 (TERM. PINHEIROS / TERM. CAPELINHA)
6805-10 (TERM. JOÃO DIAS / TERM. CAPELINHA)

Sobre

A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

Umoja

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

Fotos

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