Noite dos Tambores 2015 / 23 de Maio às 19h

10 grupos / 20 apresentações / 166 artistas
4 oficinas / 17 parceiros / 2 países
7 cidades / 40 horas de programação

Com realização do grupo Umoja, a “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

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Noite dos Tambores 2015 | 23 de Maio às 19h

Grupos:
BARBATUQUES (São Paulo – SP / Brasil)
DIDÁ BANDA FEMININA (Salvador – BA / Brasil)
É DI SANTO (São Paulo – SP / Brasil)
ILÚ OBÁ DE MIN (São Paulo – SP / Brasil)
IMPÉRIO SERRANO (Rio de Janeiro – RJ / Brasil)
NACIÓN ZUMBALELÉ (Salinas – Uruguai)
ORQUESTRA DE TAMBORES DE AÇO (Campinas – SP / Brasil)
PROJETO CASA DE BATUQUEIRO (Piracicaba – SP / Brasil)
TCHÁ DEGGA DA (Brasil)
UMOJA (São Paulo – SP / Brasil)

Exposição Tambores
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Agenda Pré – Noite dos Tambores 2015

CORTEJOS

08/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Sarau Clamarte – Rua Profº Otávio Guimarães, 393 – Veleiros
A partir das 21h.

11/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Sarau do Binho – Rua Santa Luzia, 96 – Vila Sta Luzia – Taboão da Serra
A partir das 21h.

19/05 > Cortejo com Tambores e ritmos de nossa cultura Popular.
Sarau da Cooperifa – Rua Bartolomeu dos Santos, 797, Chácara Santana
A partir das 20h.

TAMBORES NOS TERMINAIS
Set de tambores montados para intervenções espontâneas
18/05 > Term. Santo Amaro – 10h às 18h
19/05 > Term. Capelinha – 10h às 18h
20/05 > Term. Guarapiranga – 10h às 18h

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BARBATUQUES (São Paulo – SP / Brasil)
Barbatuques
“Usar o corpo é lembrar que estamos no mundo”. Referência em música corporal o Barbatuques em seus 17 anos de história descobriu uma quantidade de sons suficiente para transformá-los em uma verdadeira orquestra. Composto por artistas de diferentes linguagens, o grupo que começou do encontro e de uma brincadeira entre amigos, vem ao longo desses anos ampliando seu campo de ação e tornou-se uma plataforma de troca de conhecimento através de uma linguagem lúdica, criativa e democrática, sendo referência no mundo inteiro quando o assunto é percussão corporal. O Barbatuques relembra o público um principio orgânico e básico: é o corpo, o nosso primeiro tambor.

DIDÁ BANDA FEMININA (Salvador – BA / Brasil)
Dida Banda Feminina
“As rainhas que tocam tambor”, é assim que a Didá se apresenta. A banda percussiva formada por mulheres negras que reunidas venceram a insegurança e os medos de uma sociedade patricarcal. No figurino, a Didá homenageia o princesa e guerreira negra Anastácia. No compasso do samba-reggae as percussionistas fazem coreografias que sincronizam o pulso do toque do tambor ao passo da dança-afro. Conhecida em diversos países, a Didá é referência na música baiana e mantem o legado deixado por Mestre Neguinho do Samba, com quem aprenderam que o samba-reggae é um ritmo que dialoga com muitos outros…

É DI SANTO (São Paulo – SP / Brasil)
E di Santo
O É di Santo um dos poucos blocos afros da zona sul de São Paulo. De amarelo e branco o grupo se reúne ao longo do ano em oficinas, workshops e shows, e no carnaval sai às ruas para celebrar com a comunidade do M’Boi Mirim. Atualmente, com sessenta percussionistas, jovens, adultos, crianças e anciões o grupo ecoa os ritmos afrobrasileiros pelas ruas do bairro, respeitando e agregando ao seu cortejo a diversidade de crenças e sotaques presentes na comunidade.

ILÚ OBÁ DE MIN (São Paulo – SP / Brasil)
Ilu Oba de Min
As mãos femininas que tocam para Xangô. O Bloco Afro Ilú Oba de Min, coordenado pela musicista Beh Beli, vem há dez anos levando mulheres, homens, jovens, crianças e anciões às ruas do centro de São Paulo. Fundado e coordenado por mulheres, o Ilú Oba traz em sua bateria mulheres de todas as idades e regiões de São Paulo. Desde seu surgimento, o grupo se consolidou como um espaço de empoderamento da mulher negra, branca, indígena ou imigrante na percussão afrobrasileira. Em 2015, mais de 50 mil pessoas seguiram o bloco pelas ruas da região central dançando ao som dos ritmos sagrados de matriz africana, consolidando o Ilu Obá como uma das principais ações de valorização da cultura afrobrasileira em São Paulo.

IMPÉRIO SERRANO (Rio de Janeiro – RJ / Brasil)
Imperio serrano
A história do carnaval carioca não pode deixar passar em branco a Império Serrano. Se hoje a Império está no grupo de acesso, em sua trajetória a escola já passou por nove vitórias no grupo especial. Localizada na Serrinha, no bairro de Madureira, a escola guardada por São Jorge, traz em suas cores verde e branco a simbologia da paz e da esperança. No pulsar dos tambores, a Sinfônica do Samba, está entre as melhores baterias do carnaval carioca e paulista. Entre as muitas canções da música popular brasileira, “Aquarela Brasileira” (Silas de Oliveira, 1916 -1972) samba-enredo de 1964 da Império tem o seu lugar preservado na história do samba.

NACIÓN ZUMBALELÉ (Salinas – Uruguai)
Nacion Zumbalele
O Nacion Zumbalelé é um movimento artístico cultural que tem como foco investigar e difundir o legado ancestral afrouruguaio, realizando o intercâmbio com as diversas tradições de matriz africanas na América Latina. Em seu trabalho, o Nacion Zumbalelé difunde o candombe, um dos principais símbolos da musicalidade de resistência afrouruguaia. Com seus tambores de timbres diferentes e denominados por tambor piano, tambor chico e tambor repique, soam os toques: ansina, cuareim e cordon, o candombe é celebrado e escutado, principalmente, no carnaval de rua uruguaio.

ORQUESTRA DE TAMBORES DE AÇO (Campinas – SP / Brasil)
Orquestra Tambores de Aco
A Orquestra Tambores de Aço nasce do sonho de TC Silva, após assistir a apresentação da Orquestra de Tambores Atlantic Symphony (Guiana). Nas palavras de TC: “[sic] o sonho é igual a possibilidade de compreender coisas, aliás, a compreensão é tudo que a humanidade precisa”. Inspirado pelos sons dos tambores da Guiana e da tradição afrocaribenha em tocar os tambores de aço, há 25 anos a Orquestra de Tambores de Aço é uma das ações da Casa de Cultura Tainã que retira jovens da situação de vulnerabilidade. Unindo os sons de instrumentos tradicionais africanos como a cora, o balafon ao som único dos tambores de aço, a Orquestra de Tambores de Aço conduz o som da tradição com o ritmo e a melodia da ancestralidade afrocaribenha.

PROJETO CASA DE BATUQUEIRO (Piracicaba – SP / Brasil)
Projeto Casa de Batuqueiro
Se ao longo da história o termo batuque passou a ser usado de forma genérica e aleatória, com o passar do tempo, para não cair no esquecimento, a Casa de Batuqueiro há 19 anos resgata, preserva, pesquisa e transmite a manifestação do batuque em sua dança, cantos e ritmo. Fruto do legado bantu, o batuque é um ritmo de resistência da diáspora negra nas terras brasileiras. A concentração de negros do tronco étnico bantu na região rural do oeste paulista, durante o processo escravocrata, aponta que os primeiros registros do batuque de umbigada se deram na região dos municípios de Tietê, Piracicaba, Capivari e Rio Claro.

TCHÁ DEGGA DA (Brasil)
Tcha Degga Da
Conhecido como a Seleção Brasileira de Percussão Rudimentar, há dez anos o grupo fundado pelo percussionista norte-americano John Grant desenvolve o projeto sóciocultural que tem como premissa a transmissão dos conhecimentos e estudos da percussão rudimentar. Em sua composição, o Tchá Degga Da tem músicos de catorze estados brasileiros e realiza oficinas de formação em percussão rudimentar com método próprio.

UMOJA (São Paulo – SP / Brasil)
Umoja
Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

DJ ERRY-G (São Paulo – SP / Brasil) 
Dj Erry-g
Erry-G é Rogério Dias. DJ, arte-educador e produtor cultural. Nascido em São Paulo, encontrou na cultura hip-hop sua expressão. Junto com outros jovens, criou em 1994 o grupo de RAP “Face Ativa” e no mesmo período foi para Diadema aprimorar os estudos em torno da cultura hip-hop. De lá para cá, Erry-G vem atuando como DJ-educador e arte-educador, multiplicando entre jovens os fundamentos da cultura hip-hop, a resistência e a identidade afrobrasileira.

MC – AKINS KINTE (São Paulo – SP / Brasil)
Akins Kinte
Akins Kinte poetinha sem tempo, remetido ao passado, presente e futuro, “nascido no berçodo skindô e criado nos terreiros do ziriguiduns” tem como escola os campos de várzea, e o corpo batuca sob a luz da lua, delicia os lábios na menina que traz na pele a mesma cor da noite. Bebe de se embriagar na fonte do samba e da oralidade dos negos velhos, bom com a memória é um elo na manutenção na casa da ancestralidade onde arrisca poetizar através da lente câmera. Teu escritório é nas esquinas da vida de onde silencia tuas mãos e o coração dedilha sempre um verso seja lá qual for adversidade da vida.

OFICINAS (inscreva-se aqui) > http://www.noitedostambores.com/inscricao/

15/05 > Oficina Tambor de Crioula – das 19h às 22h
Bloco do Beco – R. Dr. Benedito de Arruda Viana, 126 – Jd. Ibirapuera
Tambor de Crioula, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro em agosto de 2007, é uma brincadeira genuinamente maranhense movida a canto, toque percussivo, dança de mulheres em que se dá a punga ou umbigada… O Tambor de Crioula tem sua religiosidade evidenciada em devoção à São Benedito (santo preto), seu padroeiro.

18/05 > Oficina Percussão Corporal – das 19h às 22h
Sacolão das Artes – Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq Sto Antônio
A proposta deste workshop baseia-se na utilização do corpo, através de exercícios, écnicas, jogos e improvisos vamos explorar e (re)conhecer o corpo e a voz, os ritmos e timbres, os inúmeros sons produzidos pelo corpo.

20/05 > Oficina Maracatu Rural – das 19h às 22h
Bloco do Beco – R. Dr. Benedito de Arruda Viana, 126 – Jd. Ibirapuera
O Maracatu Rural significa para seus integrantes algo a mais que uma brincadeira: é uma herança secular, motivo de muito orgulho e admiração.
O cortejo do Maracatu Rural diferencia-se dos outros maracatus por suas características musicais próprias e pela essência de sua origem refletida no sincretismo de seus personagens.

22/05 > Oficina Percussão Rudimentar – das 19h às 22h
Sacolão das Artes – Av. Cândido José Xavier, 577 – Pq Sto Antônio
Apreciação musical, Noções de música, Percepção,Técnicas instrumentais, Conhecimenros de estilos musicais, História da música, Desenvolvimento rítmico, Marcha, Postura, Elegância e garbo, Expressão corporal e facial, Condicionamento físico, Ritmo, Coordenação motora, Noções de espaço, tempo e movimento e trabalho em equipe.

Casa Popular de Cultura M’Boi Mirim
Av. Inácio Dias da Silva, s/nº – Piraporinha – São Paulo – SP

TRANSPORTE PÚBLICO

Ônibus – Descer na Estrada M’Boi Mirim, 998 – Piraporinha
Itinerários:
637A-10 TERM. JD. ÂNGELA / TERM. PINHEIROS
637A-22 TERM. JD. ÂNGELA / ITAIM BIBI
675K-10 TERM. JD. ÂNGELA / METRÔ STA CRUZ
677A-10 TERM. JD. ÂNGELA / METRÔ ANA ROSA
5391-10 TERM. JD. ÂNGELA / LGO SÃO FRANCISCO
737A-10 TERM. JD. ÂNGELA / TERM STO AMARO
707A-10 JD. ÂNGELA / METRÔ PÇA. DA ÁRVORE

mapa

Noite dos tambores

A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

Umoja

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

2014


A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região. A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.




Contato

Noite dos Tambores
Rua Bento Barroso Pereira, 02 | 05815-085
Jardim Sao Francisco de Assis – São Paulo/SP
+55 11 5852-8313 | 5851-2964
noitedostambores@gmail.com