PROGRAMAÇÃO

Esquenta para Noite

10/11 > Umoja (Coco)
Sarau Clamarte – Rua Professor Otávio Guimarães, 393 – Socorro
20h.

11/11 > Umoja ( Samba Reggae)
Sarau da Madrugada – Av. Vereador João de Luca, 41 (próximo ao Viaduto Washington Luiz) – Jardim Prudência
2h.

_____

19/11 > Pílula: Noite dos Tambores

Palestra/b>: Os Tambores na Diáspora – Com o Professor Doutor Saloma Salomão. Músico e Historiador, Doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob orientação da Antonieta Antonacci, pesquisador visitante do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa sob a orientação de José Machado Pais. Professor de Historia da África e culturas afro-brasileiras, Historiador, Professor, Pesquisador – Formação-  Doutor.

Site: http://mosaiconegrobras.blogspot.com.br/

Exposição: Tambores – Com o Instituto Tambor – O Instituto Tambor é um atelier de instrumentos musicais de percussão com orientação à culturas ancestrais e de raiz, onde o tambor se faz presente como objeto sagrado e de poder. Lá você encontrará uma gama de tambores: africanos, afro-brasileiros, folclóricos e de manifestações culturais brasileiras de raíz.

Site: http://www.institutotambor.com.br/

Shows:

Ilú Inã – O bloco preto de São Paulo! Bloco afro afirmativo, identidade nossa, nossa narrativa, quem dá ritmo e voz, somos nós mesmos.

Umoja – Grupo que pesquisa as culturas populares afro brasileiras, radicado no extremo sul de SP, o grupo fará uma performance de sambas da coco e de roda. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE.

Aparelha Luzia
19h
Rua Apa, 78 – Santa Cecília

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SESC Campo Limpo

25/11 > Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
18h
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

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SESC Campo Limpo

26/11 > Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
15h
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

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Noite dos Tambores 2017

Dia 25/11 a partir das 20h

Atrações confirmadas até o momento:

Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
Há 88 anos em atividade, o Maracatu Rural Cruzeiro do Forte – surgiu em Recife (PE), em 1929, na comunidade dos Torrões, no bairro dos Torrões. É considerada a agremiação de maracatu mais antiga da cidade e a terceira em tempo de atuação em seu Estado.
O Maracatu Rural, também conhecido como Maracatu de Baque Solto, é uma mistura de música, dança, ritmos, poesias, fantasias e cores e diferencia-se dos outros maracatus (como o Nação ou de Baque Virado) por suas características próprias – como os instrumentos que utiliza e pelo sincretismo de seus personagens.

Umoja (SP)
Grupo que pesquisa as culturas populares afro brasileiras, radicado no extremo sul de SP, o grupo fará uma performance de sambas da coco e de roda. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE.

É di Santo (SP)
É um dos poucos blocos afros da zona sul de São Paulo. Vestido de amarelo e branco, o grupo reúne-se ao longo do ano em oficinas, workshops e shows; e durante o carnaval, sai às ruas para celebrar com a comunidade do M’Boi Mirim. Atualmente, com sessenta percussionistas (jovens, adultos, crianças e anciões), o grupo ecoa os ritmos afro-brasileiros pelas ruas do bairro, res- peitando e agregando ao seu cortejo a diversidade de crenças e sotaques presentes na comunidade.

Ilú Egba (SP)
O grupo que tem como principal foco difundir e preservar a tradição dos tambores, os atabaques, através dos toques sagrados dos orixás. vem da nação de candomblé Nagô.   Por ser o principal meio de comunicação com o mundo sagrado, o toque dos tambores somado aos cânticos manifestam a dança, materializam o axé; desmitificando os preconceitos em torno da cultura do candomblé.

Terno Quente (PE/SP)
Grupo formado por três pernambucanos radicados em São Paulo, onde trabalham divulgando a cultura nordestina através da música do coco (Manifestação popular proveniente das etnias indígenas e africanas que se misturaram nos quilombos de Alagoas, sendo uma dança e musica de trabalho tendo a poesia improvisada como herança dos mouros trovadores).

Clarianas (Taboão da Serra/SP)
Grupo musical formado por 3 cantoras/atrizes (Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa), um rabequeiro/violonista (Giovani Di Ganzá) e uma percussionista (Fefê Camilo), que tem como mote principal a investigação da voz da mulher “ancestral” na música popular do Brasil, a partir do contexto da música “natural”, de tradição popular, dos cantos caboclos de matriz africanordestina-indígena-periférica, das comunidades brasileiras.

Samba de Roda Grupo Irmãos Guerreiros (SP)
O grupo Irmãos Guerreiros nasceu na década de 1980 em São Paulo, com a direção de uma família Baiana seus fundadores são: Mestre Baixinho e seus dois irmãos ‘Guerreiro’ e ‘Macete’ e seu Filho Mestre Marrom. Praticam também o samba de roda que é uma expressão musical, coreográfica, poética e festiva das mais importantes e significativas da cultura brasileira. Exerceu influência no samba carioca e até hoje é uma das referências do samba nacional.

DJ Evelyn Cristina
Uma dj que propõe intersecções entre as suas diversas nuances: do repente ao rap, do maracatu ao afrobeat, do acid jazz a eletrobossa . Sem contar o samba rock, samba soul e o melhor da música negra de todos os tempos… Em mesma dinâmica segue o melhor dos 60´s, 70’s, 80’s e 90’s Isto é Balaio Groove, que te convida pra festa, que te convida pra dança!

Apresentadora: Nega Duda (BA)

CORPO TAMBOR – OFICINAS

Se inscreva: https://docs.google.com/forms/d/1hbsamjh42IMy7U86rWNKC8u0r8g2a1ceD7STgl1LE9A

15/11 > Na Batida do ATori
Com base na tradição dos Atabaques baianos de nação Nagô – Ketú, Alexandre Buda apresenta o Projeto “Na Batida do Atorí” e oferece a oportunidade de conhecimento dos toques sagrados dos Orixás. A palavra Atorí é a denominação das baquetas utilizadas na execução da maioria dos toques desse seguimento do candomblé e também, de uma das insígnias utilizadas pelo Orixá Òṣògìyàn (Oxaguian), que apadrinha este projeto.

Venha participar e conhecer um pouco do universo rítmico de uma das religiões mais antigas do mundo.

Com – Ogã Alexandre Buda

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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17/11 > Os Deuses que Dançam
Deuses que Dançam é um projeto do Núcleo Coletivo 22, conduzido pelo pesquisador-interprete Wellington Campos em parceria com o Ogã Alexandre Buda, na escuta do movimento no corpo, através das Danças dos Orixas e o tambor ancestral, Atabaque (Ilú).

Com – Wellington Campos 

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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20/11 > Ao Som do Ijexá
A história do Afoxé e sua mistura com a MPB, Mestre Moa apresentará as letras, a música e os passos da dança que acompanha o ritmo, para uma ação coletiva.

Com – Mestre Môa do Katendê

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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22/11 a 24/11 > Tambor e Educação
Saber sobre as peculiaridades e origens dos tambores nas culturas é de suma importância. Ao longo da história, todas a sociedades humanas criaram formas diferenciadas de sonoridades e de música, assim como diferentes suportes materiais para sua execução. Chamamos estes materiais: Instrumentos Musicais. Os Tambores fazem parte da cultura musical de diferentes culturas. Os Tambores utilizados atualmente no Brasil têm influências árabe, portuguesa, indígena e principalmente africana, de povos oriundos de diferentes regiões daquele continente.

Convidados: Profº Drº Saloma Salomão / Mestre Luthier Luis Poeira / Mestre musico Rabi / Grupo Umoja.

SESC Campo Limpo
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120
14h
Gratuito
https://www.sescsp.org.br/unidades/681_CAMPO+LIMPO/

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22/11 > Projeto Pé no Terreiro.
Pé no Terreiro é um ensaio audiovisual sobre os terreiros religiosos e parte da história da luta do povo negro na zona sul de São Paulo. As Trocas de Saberes fazem parte da partilha da pesquisa
Mesa: TERREIRO E TERRITÓRIO – As religiões afro brasileiras na periferia de São Paulo.

Convidados: Vagner Gonçalves, José Roberto S̩adé
Mediadora: Luciana Dias.

Casa de Cultura M’Boi Mirim – Avenida Inácio Dias da Silva, S/N – Piraporinha
19h
Gratuito
Mais informações: https://www.facebook.com/events/187078035186468/

COMO CHEGAR

Sacolão das Artes
Av. Cândido José Xavier – Parque Santo Antonio, 577, São Paulo – SP

Transporte público – Ônibus – Descer na Av. Cândido José Xavier, 549

Itinerários:

675A-10 (METRO SAO JUDAS / PQ. STO. ANTONIO) (PONTO FINAL AO LADO DO ESPAÇO)
675V-10 (METRO JABAQUARA / TERM. CAPELINHA) (PASSA EM FRENTE AO ESPAÇO)
5119-10 (LGO. SÃO FRANCISCO / TERM. CAPELINHA)
6001-10 (TERM. SANTO AMARO / TERM. CAPELINHA)
648P-10 (TERM. PINHEIROS / TERM. CAPELINHA)
6805-10 (TERM. JOÃO DIAS / TERM. CAPELINHA)

Noite dos tambores

A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

Umoja

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

Contato

Noite dos Tambores
Rua Inácio Pais, 89 | 05816-1605
Recanto Santo Antônio – São Paulo/SP
+55 11 5892-7988
noitedostambores@gmail.com

Esquenta para Noite

10/11 > Umoja (Coco)
Sarau Clamarte – Rua Professor Otávio Guimarães, 393 – Socorro
20h.

11/11 > Umoja ( Samba Reggae)
Sarau da Madrugada – Av. Vereador João de Luca, 41 (próximo ao Viaduto Washington Luiz) – Jardim Prudência
2h.

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19/11 > Pílula: Noite dos Tambores

Palestra/b>: Os Tambores na Diáspora – Com o Professor Doutor Saloma Salomão. Músico e Historiador, Doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob orientação da Antonieta Antonacci, pesquisador visitante do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa sob a orientação de José Machado Pais. Professor de Historia da África e culturas afro-brasileiras, Historiador, Professor, Pesquisador – Formação- Doutor.

Site: http://mosaiconegrobras.blogspot.com.br/

Exposição: Tambores – Com o Instituto Tambor – O Instituto Tambor é um atelier de instrumentos musicais de percussão com orientação à culturas ancestrais e de raiz, onde o tambor se faz presente como objeto sagrado e de poder. Lá você encontrará uma gama de tambores: africanos, afro-brasileiros, folclóricos e de manifestações culturais brasileiras de raíz.

Site: http://www.institutotambor.com.br/

Shows:

Ilú Inã – O bloco preto de São Paulo! Bloco afro afirmativo, identidade nossa, nossa narrativa, quem dá ritmo e voz, somos nós mesmos.

Umoja – Grupo que pesquisa as culturas populares afro brasileiras, radicado no extremo sul de SP, o grupo fará uma performance de sambas da coco e de roda. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE.

Aparelha Luzia

19h
Rua Apa, 78 – Santa Cecília

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SESC Campo Limpo

25/11 > Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
18h
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

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SESC Campo Limpo

26/11 > Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
15h
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

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Noite dos Tambores 2017

Dia 25/11 a partir das 20h

Atrações confirmadas até o momento:

Maracatu Cruzeiro do Forte (Recife/PE)
Há 88 anos em atividade, o Maracatu Rural Cruzeiro do Forte – surgiu em Recife (PE), em 1929, na comunidade dos Torrões, no bairro dos Torrões. É considerada a agremiação de maracatu mais antiga da cidade e a terceira em tempo de atuação em seu Estado.
O Maracatu Rural, também conhecido como Maracatu de Baque Solto, é uma mistura de música, dança, ritmos, poesias, fantasias e cores e diferencia-se dos outros maracatus (como o Nação ou de Baque Virado) por suas características próprias – como os instrumentos que utiliza e pelo sincretismo de seus personagens.

Umoja (SP)
Grupo que pesquisa as culturas populares afro brasileiras, radicado no extremo sul de SP, o grupo fará uma performance de sambas da coco e de roda. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África significa UNIDADE.

É di Santo (SP)
É um dos poucos blocos afros da zona sul de São Paulo. Vestido de amarelo e branco, o grupo reúne-se ao longo do ano em oficinas, workshops e shows; e durante o carnaval, sai às ruas para celebrar com a comunidade do M’Boi Mirim. Atualmente, com sessenta percussionistas (jovens, adultos, crianças e anciões), o grupo ecoa os ritmos afro-brasileiros pelas ruas do bairro, res- peitando e agregando ao seu cortejo a diversidade de crenças e sotaques presentes na comunidade.

Ilú Egba (SP)
O grupo que tem como principal foco difundir e preservar a tradição dos tambores, os atabaques, através dos toques sagrados dos orixás. vem da nação de candomblé Nagô.   Por ser o principal meio de comunicação com o mundo sagrado, o toque dos tambores somado aos cânticos manifestam a dança, materializam o axé; desmitificando os preconceitos em torno da cultura do candomblé.

Terno Quente (PE/SP)
Grupo formado por três pernambucanos radicados em São Paulo, onde trabalham divulgando a cultura nordestina através da música do coco (Manifestação popular proveniente das etnias indígenas e africanas que se misturaram nos quilombos de Alagoas, sendo uma dança e musica de trabalho tendo a poesia improvisada como herança dos mouros trovadores)

Clarianas (Taboão da Serra/SP)
Grupo musical formado por 3 cantoras/atrizes (Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa), um rabequeiro/violonista (Giovani Di Ganzá) e uma percussionista (Fefê Camilo), que tem como mote principal a investigação da voz da mulher “ancestral” na música popular do Brasil, a partir do contexto da música “natural”, de tradição popular, dos cantos caboclos de matriz africanordestina-indígena-periférica, das comunidades brasileiras.

Samba de Roda Grupo Irmãos Guerreiros (SP)
O grupo Irmãos Guerreiros nasceu na década de 1980 em São Paulo, com a direção de uma família Baiana seus fundadores são: Mestre Baixinho e seus dois irmãos ‘Guerreiro’ e ‘Macete’ e seu Filho Mestre Marrom. Praticam também o samba de roda que é uma expressão musical, coreográfica, poética e festiva das mais importantes e significativas da cultura brasileira. Exerceu influência no samba carioca e até hoje é uma das referências do samba nacional.

DJ Evelyn Cristina
Uma dj que propõe intersecções entre as suas diversas nuances: do repente ao rap, do maracatu ao afrobeat, do acid jazz a eletrobossa . Sem contar o samba rock, samba soul e o melhor da música negra de todos os tempos… Em mesma dinâmica segue o melhor dos 60´s, 70’s, 80’s e 90’s Isto é Balaio Groove, que te convida pra festa, que te convida pra dança!

Apresentadora: Nega Duda (BA)

Se inscreva: https://docs.google.com/forms/d/1hbsamjh42IMy7U86rWNKC8u0r8g2a1ceD7STgl1LE9A

15/11 > Na Batida do ATori
Com base na tradição dos Atabaques baianos de nação Nagô – Ketú, Alexandre Buda apresenta o Projeto “Na Batida do Atorí” e oferece a oportunidade de conhecimento dos toques sagrados dos Orixás. A palavra Atorí é a denominação das baquetas utilizadas na execução da maioria dos toques desse seguimento do candomblé e também, de uma das insígnias utilizadas pelo Orixá Òṣògìyàn (Oxaguian), que apadrinha este projeto.

Venha participar e conhecer um pouco do universo rítmico de uma das religiões mais antigas do mundo.

Com – Ogã Alexandre Buda

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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17/11 > Os Deuses que Dançam
Deuses que Dançam é um projeto do Núcleo Coletivo 22, conduzido pelo pesquisador-interprete Wellington Campos em parceria com o Ogã Alexandre Buda, na escuta do movimento no corpo, através das Danças dos Orixas e o tambor ancestral, Atabaque (Ilú).

Com – Wellington Campos

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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20/11 > Ao Som do Ijexá
A história do Afoxé e sua mistura com a MPB, Mestre Moa apresentará as letras, a música e os passos da dança que acompanha o ritmo, para uma ação coletiva.

Com – Mestre Môa do Katendê

Bloco do Beco – Rua Bento Barroso Pereira, 02 – Ponto final do Jd. Ibirapuera
19h
Contribuição: 10,00 (no dia da oficina)

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22/11 a 24/11 > Tambor e Educação
Saber sobre as peculiaridades e origens dos tambores nas culturas é de suma importância. Ao longo da história, todas a sociedades humanas criaram formas diferenciadas de sonoridades e de música, assim como diferentes suportes materiais para sua execução. Chamamos estes materiais: Instrumentos Musicais. Os Tambores fazem parte da cultura musical de diferentes culturas. Os Tambores utilizados atualmente no Brasil têm influências árabe, portuguesa, indígena e principalmente africana, de povos oriundos de diferentes regiões daquele continente.

Convidados: Profº Drº Saloma Salomão / Mestre Luthier Luis Poeira / Mestre musico Rabi / Grupo Umoja.

SESC Campo Limpo
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120
14h
Gratuito
https://www.sescsp.org.br/unidades/681_CAMPO+LIMPO/

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22/11 > Projeto Pé no Terreiro.
Pé no Terreiro é um ensaio audiovisual sobre os terreiros religiosos e parte da história da luta do povo negro na zona sul de São Paulo. As Trocas de Saberes fazem parte da partilha da pesquisa
Mesa: TERREIRO E TERRITÓRIO – As religiões afro brasileiras na periferia de São Paulo.

Convidados: Vagner Gonçalves, José Roberto S̩adé
Mediadora: Luciana Dias

Casa de Cultura M’Boi Mirim – Avenida Inácio Dias da Silva, S/N – Piraporinha
19h
Gratuito
Mais informações: https://www.facebook.com/events/187078035186468/

COMO CHEGAR

Sacolão das Artes
Av. Cândido José Xavier – Parque Santo Antonio, 577, São Paulo – SP

Transporte público – Ônibus – Descer na Av. Cândido José Xavier, 549

Itinerários:

675A-10 (METRO SAO JUDAS / PQ. STO. ANTONIO) (PONTO FINAL AO LADO DO ESPAÇO)
675V-10 (METRO JABAQUARA / TERM. CAPELINHA) (PASSA EM FRENTE AO ESPAÇO)
5119-10 (LGO. SÃO FRANCISCO / TERM. CAPELINHA)
6001-10 (TERM. SANTO AMARO / TERM. CAPELINHA)
648P-10 (TERM. PINHEIROS / TERM. CAPELINHA)
6805-10 (TERM. JOÃO DIAS / TERM. CAPELINHA)

Sobre

A “Noite dos Tambores” é um encontro de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica percussiva, de diversas matizes. O projeto proporciona a circulação, difusão, valorização da música percussiva, e promove o intercâmbio entre os grupos participantes, a formação de público e parceria com escolas públicas e ações culturais da região.

Umoja

Em swahili, Umoja significa “unidade”. Há seis anos o coletivo formado por artistas que vão da dança à educação, o grupo Umoja tem como compromisso a difusão, o resgate e a preservação da manifestações culturais afrobrasileiras: do samba-de-roda à ciranda, o coletivo reúne em suas rodas a diversidade dos ritmos populares. Ao longo do ano, o Umoja realiza diversas ações que primam pela escuta e pelo reconhecimento das personagens culturais na zona sul de São Paulo, dialogando permanentemente com a comunidade de seu entorno, o Jardim Ibirapuera. Dentre as ações do Umoja, está a Noite dos Tambores.

Vídeo

realização
UMOJA
parceiros
SESC Itaú Cultural Sacolão das Artes Instituto Tambor Bloco do Beco Rodrigo Kenan André Nankran - desenvolvedor web Capulanas - Cia de Arte Negra Rede São Luiz
produção
Macambira Sócio Cultural
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Design por Rodrigo Kenan